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o blog da outra

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factos desta minha vida

Sou uma infeliz. É um facto. Porque se calhar não sei mesmo dar valor às coisas boas que tenho na vida. Mesmo. Se há dias em que acho que não estou assim tão mal e que até tenho (quase) tudo... tenho saúde, família, um filho, um trabalho, casa (...) outros há  (tipo hoje) em que me sinto estupidamente infeliz e insatisfeita, porque teimo em querer ter um trabalho melhor (minimamente estável e não precário) e a querer que o meu relacionamento seja  bom e não  que tenha de andar sempre às turras e a mendigar atenção, e que me sinto desrespeitada e sobrecarregada, e a levar o mundo às costas e a ver o tempo passar e tudo a continuar na mesma...Olhar para o que defini como objetivos do ano e perceber que vou outra vez acabar o ano a não conseguir concretizar a 100% nada do que me propus. Será que me está a dar uma crise de meia idade? qual é a meia idade de uma pessoa? serão os 35 muito cedo? Dizem para aí que o pensamento positivo determina muito do que se passa na nossa vida. Se eu disser que há dias em que simplesmente não consigo ter a disciplina de sequer tentar pensar positivo? E que me apetece mandar tudo e todos à merda?

Tava bonito, tava...

Estive a fazer provas para um concurso público para a função pública. Área de Direito.Uma vaga. Uma prova escrita, sem consulta. Testes psicotécnicos e uma entrevista (pensava eu).
Prova escrita superada (com boa nota). Testes psicotécnicos.  4 minutos de sinónimos, 4 de lógica alfabética, 5 minutos para escvreber o maior número possível de palavras com uma letra. 25 minutos de lógica numérica (dinâmica dos dados ou lá como se chama).teste de personalidade (sem tempo limite). Uns dias depois um telefonema. "Não preenche os requisitos mínimos para passar à fase seguinte." QUÊ???? A sério?? Mas é preciso ser o quê? Um génio? E já agora quem me mostra a grelha de correção daqueles testes? O que é o mínimo?

Uma parvoíce é o que vos digo. Se todos os funcionários públicos tivessem de passar por isto uma coisa vos garanto: havia vagas a dar de pau para preencher...

 

dia não

Sabem aqueles dias em que nada corre bem? É começar o dia presa no transito e nada mas absolutamente nada correr bem? Nem encontrar o acento.para a palvra transito no teclado do telemóvel??? Sim hoje é um dia de merda. Mas merda à grande....

A outra constatou #2

Uma gaja pode fazer sempre (ou quase) todas as tarefas domésticas. Um gajo faz uma vez o jantar ou põe uma máquina de roupa a secar e parece que descobriu a roda ou a vida em marte! *

 

 

 

 

* sem ofensa para os gajos por essa blogosfera que possam efetivamente fazer muitas tarefas domésticas, tá?

 

 

 

Morrem-nos...e depois?

A propósito deste post da Mula pus-me a pensar em como a nossa forma de encarar a morte e tudo o que lhe esteja associado pode mudar com o tempo (ou com a maturidade, ou com a aceitação).

Desde que perdi os meus avós fui habituada a ir ao cemitério com a minha mãe levar flores e tratar das campas. Perdi o meu pai e continuei a ir. Era quase como se as visitas que lhe fazia em vida passassem a ser feitas (com muito menos frequência é verdade) no cemitério, que era onde ele (ou pelo menos o que restava dele) estava. Cheguei ao ponto de ao fechar os olhos e tentar imaginar um lugar agradável, a minha mente levava-me precisamente para o cemitério...

Não sei se o tempo tem um efeito "apagador" ou se foi todo o processo de aceitação e autoconhecimento qeu fui fazendo, mas a verdade é que quatro anos depois sinto muito menos necessidade de lá ir, vou mesmo "quando" e "se" me apetecer... Ontem fui, acompanhar a minha mãe (que raras vezes deixou de ir), levar as flores e a vela (ritual que ela repete todas as semanas) mas curiosamente não me senti mais próxima dele por esse facto...

Levei muito tempo a aceitar a morte dele e todo o processo (de doença prolongada e incapacitante) que levou a isso e talvez agora que (acho) que o consegui me faça menos sentido por lá passar. Uma coisa é certa: a minha mudança de perspetiva não me faz sentir mal, antes pelo contrário, faço aquilo que acredito que deve ser feito, estou em paz com a minha consciência.

Era um big mac* faxavor

Fui anteontem a uma daquelas hamburguerias da moda...vou-vos dizer aquela merda só tem mesmo nome...o pão era congelado (e ainda estava frio), o hamburguer em si era saboroso, mas não tinha especialidade nenhuma....uma fatia de bacon e uma de queijo, alface e tomate. As batatas eram boas e o molho também. A única especialidade daquilo é uma: o preço!! Sim, um hamburger e umas batatas destas noutro sitio qualquer (sem nome da moda) era mais barato...a especialidade é o preço.

 

*É só um exemplo de um hamburguer qualquer

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