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o blog da outra

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Do verbo mudar

As pessoas são muito engraçadas. Estão sempre insatisfeitas. Não gostam do trabalho, do chefe, as tarefas, da estrutura, da secretária ou da cadeira. São, por outro lado, quase sempre incapazes de se mexer para mudarem aquilo que não gostam, então é mais fácil ficar sentado a lamentar-se do trabalho, do chefe, das tarefas, da secretária, da cadeira...

Se aparecer alguém que mexa na estrutura (que não gostam), no trabalho (que não gostam), no chefe (que não gostam) , na secretária (que não  gostam) ou na cadeira (que também não gostam), como é que reagem? Ficam contra a mudança e não querem fazer parte dela. Ficam insatisfeitos outra vez, porque afinal se calhar não se estava tão mal naquele ram-ram de queixinhas constantes e dedos apontados aos problemas da estrutura.

E, uma vez colocadas perante a inevitabilidade de mudança, colocam-se logo a um canto a amaldiçoar as ideias alheias, armadas em verdadeiras aves agoirentas a adivinhar um futuro negro.

Mas sabem, por mais cliché que isto possa parecer, a única certeza da vida, em todos os seus aspectos, é a mudança, e é bem imbecil aquele que acha que se pode permanecer dentro de uma redoma, incólume à evolução.

Lidar com gente assim, não é só improdutivo, é cansativo.

 

 

 

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