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A outra também ensina

por Outra, em 05.04.17

Aprende que nada, mas nada no mundo é mais certo que a tua intuição. Por isso, quando conheces alguém (não podem ser os primeiros segundos, claro, mas o tempo mínimo necessáro para uma pequena conversa), confia no que sentes em relação à pessoa. Há pessoas que não nos inspiram logo confiança e outras que são precisamente o contrário. 

O tempo vai dizer, mas (a mim) tem-me dito que a minha primeira intuição raramente está errada.

Então, se a primeira impressão for negativa, vale a pena ficar alerta e nunca baixar muito a guarda. E aqui das duas uma, ou nos enganámos redondamente e tínhamos a intuição avariada nesse dia, mas olha ao menos não fizemos papel de parvos; ou  o de facto vemos que era mesmo assim, e aqui também não há mal nenhum, não nos desiludimos.

Caso a primeira impressão seja boa, desconfiem também, nunca baixando a guarda. E, também aqui, das duas uma, ou nos enganámos redondamente e como não confiámos demais, não há problema nenhum; ou vemos que tínhamos razão e tudo o que vier "é ganho".

Resumo: Confiem sempre na vossa intuição, sem nunca confiar demais nas pessoas nem ser totalmente transparentes.

 

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publicado às 15:16

dai-me paciência...

por Outra, em 20.02.17

Coisinha para me tirar do sério (assim a ponto de me fazer ficar a ferver) é alguém com zero iniciativa e zero proatividade ter a lata de corrigir uma vogal (que estava errada porque não foi bem copiada, bem entendido) a quem teve a iniciativa e a proatividade de criar um documento que serve o proativo e o não proativo. Principalemente depois de o documento circular por mais de um mês e ter passado por todos os que poderiam dar inputs ao memso.

Não compreendo esta mania de "se armar" em professor, ou chefe (que não é), ou só mete-nojo (que é). É que me cai mesmo mal. Fico passada.

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publicado às 12:26

neurose capilar

por Outra, em 16.02.17

Acordei, tomei banho, vesti-me e por último o cabelo. nunca lhe dediquei muito tempo. É (ou era, já lá vamos) liso. Lavo e seco e às vezes passo-lhe a prancha (gosto dele sem volume). Uso risca ao meio. De manhã (nos dias que não o lavo) é só pentear...

Sucede que hoje é (ou deveria ser) desses dias. Só que me apercebo que logo a seguir à raíz , num dos lados o cabelo está com um jeito estranho, a fazer assim uma onda...e por mais que o penteasse a onda não desaparece...Vi por momentos o cabelo da minha avó. Com uma onda de cada lado abaixo do risco no cabelo. Só que o dela era penteado com brilhantina...(alguém ainda se lembra que isto se usava sequer?).

Resultado: apanhei o cabelo num rabo de cavalo (que é coisa que nem gosto muito de usar- tenho sempre frio nas orelhas) e vim embora fula da vida. E estou de mau humor.

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publicado às 10:36

O muro

por Outra, em 13.02.17

O "muro" é um lugar confortável. Posicionando-se estrategicamente lá em cima fica-se com uma excelente perspetiva (e paisagem). Consegue-se ver o nosso quintal e o quintal do vizinho, cobiçar o que está ao lado ("The grass is always greener on the other side") e vigiar o nosso.

Conseguimos ainda estar numa posição privilegiada para avançar e defender o nosso quintal se este for atacado. Mas se a ameaça ao nosso quintal for muito perigosa temos sempre a opção de saltar para o quintal do vizinho e salvarmos a nossa pele. Por isso é tão confortável estar em cima do muro.

Mas estar em cima do muro não é postura de quem tem que gerir pessoas, equipas. Porque aí, estar em cima do muro é só ser muito cobardolas e não assumir o papel de líder. De gerir, orientar, corrigir, mas também de defender o sua equipa contra as ameaças. As mais e as menos perigosas.  Não pode ser querer ficar bem na fotografia, para fora, deixando a sua equipa apanhar com as consequências da sua falta de frontalidade, que não é mais que falta de caráter.

 

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publicado às 23:31

Ter menos

por Outra, em 09.02.17

...

Experimenta(ou tem o azar) de ficar desempregado, sem carro, sem seguro de saúde.

...

Depois procura (sem conseguir encontrar) emprego numa terra em que esse bem escasseia.

...

Depois faz um programa ocupacional (a ganhar o teu subsídio e portanto a trabalhar verdadeiramente de graça).

...

Arranja (e agradece aos santos todos e à amiga que te indicou para a entrevista) um trabalho a "recibo verde".

...

Passa a descontar uma batelada de irs, paga outra de iva. Não recebes subsidios e não tens direito a férias.

...

Enlouquece e engravida. acrescenta um filho à equação. Creche, Médico, farmácia, fraldas...

...

Faz as contas e vê o que sobra.

Aí aprendes a dar valor ao que tinhas, ao que realmente precisas e passas a equacionar todas as tuas escolhas. 

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publicado às 13:57

Sou a gaja...

por Outra, em 06.02.17

Que diz que a vida não é só ser mãe. E quando vou ver, 90% das coisas que escrevo são sobre isso mesmo.

Nota-se muito que deixei de ter vida social?

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publicado às 12:51

coisas que o tempo re(leva)

por Outra, em 19.01.17

Chegar à conclusão que aquele amigo(a) que sempre trataste como um irmão e para quem sempre foste um livro aberto (para o bem e para o mal) nunca te tratou da mesma maneira. Chegar a esta conclusão mesmo depois de sempre ter tido a clara sensação deste desequilibrio, é burrice a mais ou apenas falta de amor próprio?!

 

 

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publicado às 09:38

2016

por Outra, em 30.12.16

Saio sem perceber que foi isto... Um ano em que senti um barco no meio de uma tempestade a ser sacudido e sem saber ao certo qual o destino...nenhum dos meus objetivos foi cumprido e por mais que tenha batalhado não saí de onde estava. Pior, sinto me mesmo perdida. E quanto mais sei de mim menos gosto do que encontro. Adorava ter um post sobre o quão positivo foi o ano, mas hoje não consigo ver as coisas boas. Vou dormir a ver se passa...

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publicado às 22:28

Sou só eu?

por Outra, em 25.10.16

Que estou a adiar deliberadamente a tarefa de trocar os sapatos de primavera/verão pelos de outono/inverno?  E de começar a usar coisas de manga comprida...e de voltar às cores de inverno e aos dias pequenos...Que neura pá!

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publicado às 21:55


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